Íbis Budget Paraíso: hospedagem em São Paulo

Durante um ano, eu morei em São Paulo. Já contei aqui no blog como, aos poucos, passei a amar a capital paulista. Pois bem, depois de um ano lá, me mudei. Desde então, visitei Sampa algumas vezes e passei a conviver com uma situação diferente – me hospedar em hotéis numa cidade que já chamei de casa.

De forma geral, existe uma regra básica antes de escolher em qual bairro você vai se hospedar em São Paulo: fique perto do metrô. Ponto. Nossa maior metrópole é mesmo enorme, uma das maiores cidades do mundo.  Mas, ao contrário de Tóquio, Nova York, Paris ou Londres, o metrô de São Paulo não atende toda a cidade. Ficar perto dele, portanto, é a diferença entre passar horas no trânsito ou se deslocar rapidamente por baixo da terra.

Com isso em mente, vem outra regra também importante: as regiões ao redor da Avenida Paulista costumam ser as melhores opções de hospedagem. Some os dois fatores e você terá uma listinha de bairros que funcionam como ótimas bases para explorar São Paulo, entre eles um com nome sugestivo: Paraíso.

Já me hospedei duas vezes no bairro, uma área residencial que fica pertinho da Paulista – dá para ir andando até lá. A última vez que fiquei no bairro, testei o Íbis Budget. Lembra que o legal é ficar num hotel pertinho do metrô? Bom, esse é do lado. Literalmente. Uma das saídas da estação de metrô (que também se chama Paraíso) divide muro com o hotel, é sair de um e entrar no outro.

Ou seja, se o que você mais busca num hotel é localização, essa é uma opção fantástica – ter o metrô a um passo de distância e caminhar apenas alguns minutinhos até chegar ao coração de São Paulo. Mas o Íbis Budget Paraíso também tem outra vantagem bem legal. A vista para a Catedral Metropolitana Ortodoxa que, assim como o metrô, fica ao lado do hotel.

Sobre o hotel em si, é exatamente aquilo que você espera de um Íbis Budget, seja aqui ou na Europa – fiquei num quarto em Genebra, na Suíça, que era idêntico ao de São Paulo. Você vai encontrar um quarto simples, com banheiro, normalmente três camas (uma delas um beliche, que fica acima da cama de casal), TV, ar-condicionado e uma escrivaninha. Atende bem a casais. Se for um grupo de três pessoas, aí a coisa fica um pouco mais apertada, mas não chega a ser ruim.

A internet é de graça e funciona nos quartos e no hall de entrada. A recepção é 24 horas e passou por uma modernização recente, recebendo nova decoração. No saguão de entrada também é possível comprar uma série de comidas básicas – de refrigerantes a congelados, úteis para quem chega tarde e com fome.

As diárias custam a partir de R$ 165 e não incluem café da manhã e nem estacionamento. O valor é por quarto, independente de ter uma ou três pessoas lá. Não é a opção de hospedagem mais barata que você vai encontrar – há quartos duplos nessa faixa (e até um pouco mais baratos) em hostels – mas também não é caro, principalmente se você não estiver sozinho ou, óbvio, não for um mochileiro mega econômico.

O Íbis Budget fica na rua Vergueiro, 1571. Mais informações no site oficial.

*A equipe do 360 se hospedou a convite da Accor Hotels

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Rafael Sette Câmara

Sou de Belo Horizonte e cursei Comunicação Social na UFMG. Jornalista, trabalhei em alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil, como TV Globo e Editora Abril. Sou cofundador do site 360meridianos e aqui escrevo sobre viagem e turismo desde 2011. Pelo 360, organizei o projeto Origens BR, uma expedição por sítios arqueológicos brasileiros e que virou uma série de reportagens, vídeos no YouTube e também no Travel Box Brazil, canal de TV por assinatura. Dentro do projeto Grandes Viajantes, editei obras raras de literatura de viagem, incluindo livros de Machado de Assis, Mário de Andrade e Júlia Lopes de Almeida. Na literatura, você me encontra nas coletâneas "Micros, Uai" e "Micros-Beagá", da Editora Pangeia; "Crônicas da Quarentena", do Clube de Autores; e "Encontros", livro de crônicas do 360meridianos. Em 2023, publiquei meu primeiro romance, a obra "Dos que vão morrer, aos mortos", da Editora Urutau. Além do 360, também sou cofundador do Onde Comer e Beber, focado em gastronomia, e do Movimento BH a Pé, projeto cultural que organiza caminhadas literárias e lúdicas por Belo Horizonte.

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