7 atrações pra ver em Budapeste
Budapeste é considerada por muita gente a cidade mais bonita da Europa, e muito disso se deve à bela arquitetura de seus prédios históricos (ainda que 75% da cidade tenha sido destruída na Segunda Guerra). Nesse roteiro com o que fazer em Budapeste, você vai encontrar todas as informações que precisa para também se apaixonar pelo lugar.
Budapeste fica na região central da Hungria e é a sexta maior cidade da União Europeia, com cerca de 1,7 milhão de habitantes. Está a 2h20 de trem de Viena, 7 horas de Praga e 6 horas de Belgrado, sendo ideal para combinar com qualquer uma dessas cidades em um mochilão pelo Leste Europeu.
Cortada pelo rio Danúbio, Budapeste foi, até 1871, duas cidades: Buda, de um lado do rio, e Pest, do outro. Outra pequena parte, Obuda, também fazia parte desse território unificado. Mas as primeiras povoações naquela região são muito mais antigas: os celtas estiveram ali, e, mais tarde, os romanos fundaram lá, em 106 d.C., uma pequena cidade, Aquincum (dá para visitar as ruínas romanas hoje em dia, um pouco afastadas do centro), que corresponde a região de Obuda.
Budapeste também foi dominada pelos turcos, como boa parte do leste europeu. Mais tarde, tornou-se capital, junto com Viena, do Império Austro-Húngaro. Perdeu duas guerras mundiais, foi dominada pelos soviéticos, passou por uma violenta revolução em 1956, mas somente em 1989 voltou a ser a capital de um país independente.
Esse breve resumo serve para entender melhor as construções, histórias e disposição da cidade. É muita coisa interessante, então tenha certeza que você terá tempo suficiente para conhecer tudo.
O Seguro de Viagem é obrigatório na Hungria, assim como todos os países da zona Schengen, e pode ser exigido na imigração. E não vale qualquer seguro, é preciso que tenha uma cobertura mínima de 30.000 euros.
Você pode conseguir seguro de viagem para a Europa, com desconto de até 25% para os nossos leitores. Basta usar o cupom 360MERIDIANOS05. Dá uma olhada nas ofertas abaixo. Veja como conseguir o seguro com o melhor custo/benefício.
Uma boa ideia para dividir as atrações da cidade é fazendo as atrações do lado Buda num dia e do lado Peste (que tem mais coisa para ver) no resto do tempo.
Para facilitar o planejamento, já dividimos o post dessa forma e vamos começar com as atrações do lado Buda:
A região de Buda é mais residencial e tem menos atrações, restaurantes e opções de hospedagem. Porém ali fica um dos passeios imperdíveis, a Colina do Castelo. São as principais construções que sobreviveram ao período medieval.
Há um funicular que leva até o topo, mas, sinceramente, não vale a pena, a não ser que você tenha dificuldades de locomoção. Há escadarias ao redor de toda a colina. Saiba mais sobre a história e as atrações da Castelo de Budapeste
Lá no alto, a maior construção é o Palácio Real. Começou a ser feito em 1308, mas ao longo das mudanças na monarquia foi sendo remodelado, destruído e reconstruído – foram seis vezes no total.
A versão atual é de 1896, que foi dividida em dois museus: a Galeria Nacional Húngara (1800 ft de entrada – mais ou menos 5 euros) e o Museu de História de Budapeste (2000 ft – mais ou menos 6,50 euros). Se você gosta de museus de história, esse tem muitas informações legais que ajudam a ter uma noção melhor do que aconteceu na Hungria nos últimos séculos. E toda a parte do subsolo ainda preserva a construção medieval.
Se você não quiser entrar num dos museus, e consequentemente no Palácio, pode visitar gratuitamente as áreas externas, onde você encontra pátios e jardins com esculturas, como o Pátio dos Leões, e fontes como a do Jardim Hunyadi.
E, claro, não deixe de ir ao Savoyai Terrace, um longo terraço que fica para o lado do Danúbio e de onde se vê praticamente toda a cidade. Ali fica sempre apinhado de turistas, porque realmente é uma das melhores vistas de Budapeste. Ainda assim, eu consegui almoçar num café lá por 800 forints (cerca de 2,60€).
Você vai precisar andar alguns metros para o outro lado da Colina do Castelo para chegar em outro lugar muito famoso para fotos em Budapeste: o Fisherman’s Bastion, ou Bastião do Pescador. A construção de 1905 inclui sete torres simbolizando os sete líderes fundadores da cidade.
Ali também fica a imponente Igreja Matias, com seu telhado todo colorido. A entrada na igreja é paga.
Ainda há outra atração em Buda, além do castelo, que é a Citadella. No alto da Colina Gellért, esse lugar foi construído como estrutura de defesa da cidade durante o Império Austro-Húngaro e acabou servindo de bunker durante a Segunda Guerra Mundial.
Hoje, a estrutura está temporariamente fechada, mas é possível chegar pertinho do Monumento à Liberdade, uma estátua de 14 metros de uma moça segurando uma folha de palmeira, erguida em 1947, em homenagem aos soldados soviéticos.
A estátua é ironicamente chamada pelos habitantes da cidade de “abridor de garrafa”. O mais legal de subir a colina não é ver a estátua ou a Citadella, mas sim ver a vista de Budapeste. Eu fui lá à noite, para ver as luzes da cidade. Vale a pena também ir no pôr do sol, mas se prepare para trombar com uma multidão de turistas que vão lá fazer a mesma coisa.
Uma igreja totalmente esculpida em uma pedra – Sim, as paredes e tudo -, localizada dentro de uma gruta da Colina Gellért. Também conhecida como a “Caverna de São Ivan”, em referência a um eremita que viveu lá e que, segundo a crença local, teria usado a água termal de um lago próximo à caverna para curar os doentes. Todas as formas da igreja aproveitam as formas. naturais das grutas.
O local chegou a ser fechado durante o período soviético, mas hoje está aberto e é um local de culto de verdade. Por isso, mantenha a voz baixa quando estiver lá dentro. Também é preciso cobrir os ombros para entrar, mas eles oferecem umas peças. grátis se você for parar lá desprevenida.
Vale a pena pegar o audioguide na entrada para acompanhar a visita. A igreja fecha para visitação aos domingos.
Pronto para cruzar o rio? Veja agora as atrações do Danúbio, entre Buda e Peste.
Entre Buda e Pest fica o rio Danúbio e ele sem dúvida é uma atração por si só. A primeira ponte erguida para cruzar o rio foi a maravilhosa Chain Bridge. Sugiro que você cruze ela a pé, durante o dia e à noite. Há outras cinco pontes só na região do centro, uma mais bonita que a outra.
Outro lugar que vale a pena conhecer entre Buda e Peste é a Ilha Margarida. O espaço verde e tranquilo no meio da cidade é um lugar que fica cheio nos dias de verão, com o pessoal que vai praticar esportes, passear com crianças e cachorros ou só tomar um sorvete.
Dá também para alugar uma bicicleta para explorar o parque. E não deixe de ver o show de luzes e água da fonte no centro da ilha. Durante o dia é tranquilo e movimentado, mas é bom evitar a ilha de noite.
Cruzando qualquer uma das pontes você chega em Peste, a parte mais turística e movimentada da cidade. Vamos lá?
A primeira construção em Peste, logo na beira do Rio, é o Parlamento Húngaro. Um imponente prédio branco, o mais alto da cidade, foi concluído em 1902.
O prédio é lindo por si só e vale a pena ir só para ver o lado externo, mas se você curte política e história, é possível fazer uma visita guiada que te leva a algumas salas do prédio, incluindo o local onde ficam as joias da antiga monarquia húngara. O passeio é interessante e repleto de informação, mas dura apenas duas horas e é meio caro para estrangeiros. É necessário comprar com antecedência se você for na alta temporada, porque esgota rápido. Você pode fazer isso por aqui.
A gente dá mais detalhes no post como comprar o tour pelo Parlamento de Budapeste.
Nos arredores do Parlamento, há marcas da história do país que valem a pena a visita. Em frente ao prédio, ao lado do rio, fica um memorial às vítimas do nazismo que é tocante.
O “Shoes on the Danube Bank” consiste numa linha de 40 metros de sapatos esculpidos em ferro, que simbolizam os judeus assassinados na cidade durante a Segunda Guerra Mundial. Eles eram obrigados a tirar seus sapatos (que eram seus bens mais valiosos no momento) e então eram alvejados na beira da água. Eles caiam no rio gelado e seus corpos eram levados pela correnteza, deixando só os sapatos para trás.
Já do outro lado do prédio do Parlamento, há uma praça onde fica o Museu Etnográfico e um importante prédio do governo. Nas paredes desses prédios há bolas de ferro que marcam onde estavam os buracos das balas que foram disparadas contra os grupos de estudantes que se reuniam ali em 1956, em um levante contra o governo soviético.
Da região do Parlamento dá para ir caminhando até a Basílica de Santo Estevão, uma igreja que tem a mesma altura do parlamento e é muito bonita por dentro. São Estevão foi um dos reis húngaros, de 1000 a 1038.
Se você entrar, não deixe de procurar pela Capela da Sagrada Mão Direita, onde fica a mão do santo, mumificada numa caixa de vidro. Vale a pena pagar para subir até o topo da Basílica, de onde se tem uma vista 360 graus da cidade.
Logo que você sair da igreja, na rua procure pela Gelarto Rosa, que fica logo em frente. É uma gelateria muito boa, com sorvetes artesanais, colocados no cone em formato de flor. Costuma ter fila no verão.
E seguindo a rua da sorveteria você chega na praça principal da cidade, a Deak Ferenc. Ali é o ponto de encontro do pessoal de Budapeste. Em volta, há diversos bares e quiosques que ficam movimentados durante o dia e são boas escolhas para comer algo ou tomar um drink refrescante.
Embaixo da grande fonte da praça fica uma balada famosa chamada Club Heaven. Se você quiser pegar ônibus ou metrô, se juntar a um Free Walking Tour, ou encontrar um amigo húngaro, essa praça é o local.
Dali também é o ponto de partida para chegar aos outros pontos turísticos da cidade. Por exemplo, se você seguir a elegante avenida Andrassy, vai passar por belas construções e lojas, visto que essa é uma das regiões mais chiques da cidade.
Da Deak Ferenc até o prédio da Ópera Nacional da Hungria é um pulinho. É possível visitar o prédio ou ir numa das apresentações, consulte aqui o programa.
Uma visita pra lá de polêmica em Budapeste é a Casa do Terror (Terror Háza). O espaço foi, no passado, sede das duas polícias de execução: a nazista, em 1944, e a comunista, de 1945 a 1956. Hoje, abriga um museu dedicado ao terror imposto pelos dois regimes. Ou, pelo menos, é isso que tentam nos convencer.
Na realidade, a exposição da Casa do Terror é considerada por muitos estudiosos da área uma baita de uma falsificação histórica alinhada aos valores do governo de Viktor Orbán. O historiador húngaro Andras Mink, classificou o lugar como uma repulsiva propaganda política.
A exposição chega ao cúmulo de deixar passar desapercebido que um terço dos mortos em Auschwitz eram judeus húngaros e têm dog whistles neo nazistas ao, por exemplo, introduzir a informação de que os comunistas “vitimizadores” eram de origem judaica: uma forma de reforçar a teoria da conspiração de que a ocupação soviética foi uma vingança pelo holocausto.
Nós aprofundamos essa discussão aqui. Não recomendo essa experiência para não cair na manipulação do governo húngaro. Mas se você fizer questão, a entrada custa 2000 ft (cerca de 6,50 euros). Mais informações sobre o horário de funcionamento no site oficial.
Pegue o metrô Vörösmarty utca e desça na estação Hősök tere. Pronto, você estará na praça que é cartão-postal de Budapeste, a Praça dos Heróis.
Nessa praça ficam monumentos em homenagem aos líderes das sete tribos que fundaram o país e também de todos os reis do início da monarquia. Os dois prédios que ficam nas laterais são museus: o Museu de Belas Artes e o Kunsthalle, focado em arte contemporânea.
Logo atrás da Praça dos Heróis está o gigante Parque da Cidade. Ali dentro, além da área verde, ficam lagos, um pequeno castelo e alguns museus.
Mas a melhor coisa a se fazer ali no Parque da Cidade é ir atrás de um dos banhos públicos termais mais tradicionais de Budapeste, o Széchenyi. O espaço é simplesmente gigantesco e inclui banheiras, jacuzzis e piscinas fechadas e ao ar livre, com diferentes temperaturas d’água. Convém levar a própria toalha, chinelo e, claro, roupa de banho.
Veja no site oficial preços e horários de funcionamento. E leia nosso post contando como é a experiência.
Uma das áreas mais legais de Budapeste é sem dúvidas o Distrito Judeu. Em 1944, último ano da guerra, quando começou a ocupação nazista ali, foi estabelecido em Budapeste um gueto, na área que fica entre as avenidas Erzsébet, Dohány e Király.
Toda a área do distrito foi, no passado, cercada com um muro de pedra e cerca de arame, para impedir as pessoas de saírem. Era um espaço isolado e lotado, com pouco ou nenhum acesso a comida, combustível para aquecimento no inverno e remédios.
E era do gueto que eram selecionadas as pessoas que seriam deportados para os campos de concentração. Em oito meses, a população de judeus em Budapeste caiu de 200 mil para 70 mil pessoas, por conta das mortes e das deportações para Auschwitz. Saiba mais sobre a história e a vida do Bairro Judeu de Budapeste
Hoje, essa triste história deu lugar a uma vizinhança jovem e alegre, cheia de graffitis, bares e casas noturnas.
É ali também ali, na rua Dohány, que fica a Grande Sinagoga, fundada em 1859. Essa é a maior sinagoga da Europa, com capacidade para três mil pessoas. Dentro do terreno ficam também o Museu Judaico da Hungria e o Memorial do Holocausto, erguido no local onde ficavam as covas coletivas os judeus assassinados em 1944. Ali também foi construída uma escultura chamada “Árvore da Vida”, com nomes das famílias das vítimas.
Já o resto do distrito judeu foi se transformando com o tempo e hoje fica entre a força da gentrificação e a criatividade de jovens de Budapeste. É que dentro dos quarteirões do distrito judeu há centenas de prédios abandonados e terrenos baldios. Enquanto a especulação imobiliária tenta tomar o espaço, a população local começou a construir bares e centros culturais nos prédios abandonados.
Hoje, há diversos pubs ruínas (a gente até tem um post só sobre eles) espalhados por lá. Também é a região com maior concentração de hostels. Eles vão abrindo e fechando de acordo com a compra e venda dos edifícios.
Veja algumas dicas de bares ruínas (e outros) em Budapeste:
Sobre esse sequestro da vida noturna (e política) de Budapeste, eu falei nesse vídeo:
Além do bar no terraço, bom para ver o por do sol, o local também funciona como um centro comunitário e recebe eventos ao longo do ano.
Minha sugestão final é que você visite pelo menos um mercado de Budapeste. O maior deles é o Central Market Hall, que fica na av. Vámház, pertinho da ponte da Liberdade (Szabadság).
Depois de circular pelo primeiro andar, suba as escadas para a Praça de Alimentação. Ali, você pode comer um autêntico langos ou um goulash, dependendo do clima e da sua fome.
Se tiver tempo, você também pode sair do centro e visitar o Parque Memento. O local foi construído depois da saída dos soviéticos, como uma forma de retirar os símbolos da ocupação comunista na cidade, mas sem destruir completamente a história: só deixando ela ali, de longe.
Há um passeio guiado no local que conta algumas curiosidades do período comunista e custa 5900 ft (15 euros), e deve ser reservado pelo email info@mementopark.hu. A entrada comum, sem guia, custa 3000 ft (7,50 euros). Abre todos os dias.
Aquincum era o nome de uma importante cidade romana construída onde hoje fica Budapeste. Ainda é possível ver alguns resquícios dessa cidade, com ruínas históricas que foram desenterradas no final do século 19.
O Museu Aquincum, é considerado um dos maiores parques arqueológicos da Hungria e conta com uma parte com o que restou das ruínas e um museu com algumas peças resgatadas. No inverno, as ruínas fecham para visitação, então tenha isso em mente.
A entra custa 2200 ft (5,9 euros). Para chegar lá, basta pegar o trem regional HEV para Szentendre e descer na Parada Aquincum, saída da Praça Batthány. As linhas de ônibus 34, 134 e 106 também passam lá perto.
Se sua viagem for no verão, não deixe de conhecer a Római Part, uma praia do Rio Danúbio. Essa é uma praia fluvial que fica no terceiro distrito de Budapeste, ao longo das margens do Danúbio e perto do Museu Aquincum, então dá para juntar os dois passeios.
O local conta com um promenade repleto de bares e restaurantes nos quais o prato principal é sempre o hekk, ou a nossa merluza, em bom português. Mais para o final do promenade, há também alguns quiosques de praia nos quais você pode pegar uma cadeira relaxante e passar o dia.
Dá para chegar na Romái Part de bicicleta, ônibus ou de trem (HÉV) e com uma caminhada agradável na beira do rio. A água ali não é das mais próprias para banho, mas muita gente arrisca um mergulho.
Você também pode fazer um bate-volta para o Lago Balaton, um dos maiores lagos da Europa, com 600 km². O lago é a praia do pessoal da cidade, que nada, pratica esportes ou só fica lá na beira tomando sol e bebendo.
Também vale a pena reservar um tempo para conhecer as charmosas cidades e vilas em torno do lago. Uma delas é Balatonfüred, na margem norte, com seus museus e casarões antigos. Outra opção é Tihany, que conta com uma abadia medieval.
A melhor forma de chegar lá é alugando um carro, mas também há trens saindo da estação central para vários destinos localizados ao redor do Balaton. O lago fica a duas horas de estrada de Budapeste, dependendo de onde você for.
Se você resolver alugar um carro na Europa, a dica número um é pesquisar e pré-reservar pela internet, porque sempre sai mais barato. Para isso, usamos um comparador de locadoras, a Rent Cars. Você insere o local de retirada do veículo, as suas datas e horários e o site vai te fornecer os preços e modelos de veículos disponíveis nas principais empresas que atuam naquele local.
No verão, em julho, rola um festival de música eletrônica famoso, o Balaton Sound.
O melhor bairro para ficar em Budapeste é, sem dúvidas, o distrito judeu. Para fugir da confusão e, ainda assim, ficar bem localizado, basta procurar por uma acomodação um pouco mais distante do centrinho do bairro, que, no mapa, se chama Erzsébetváros e Jozséfaros.
Outro bom lugar é Belváros e Lipótváros, com hospedagens mais elegantes e com vista para o rio. Temos um post completíssimo com todas as dicas de onde ficar em Budapeste, com mais detalhes de quais são os melhores bairros e regiões para se hospedar e ainda algumas sugestões dos lugares que já experimentamos. Corre lá para ler.
Você também pode diretamente aqui ver todas as opções de hospedagem em Budapeste, já filtradas entre aquelas que tem boas críticas de hóspedes anteriores, wifi gratuito e boa localização.
Sair do aeroporto de Budapeste para o centro é super fácil e barato. Ainda bem, pois o Uber (Bolt, na verdade, um aplicativo de corridas muito utilizado no leste da Europa) de lá é uma pequena facada: a corrida pode chegar a 40 euros.
Se você prefere gastar essa grana com goulash e palinka, você pode comprar um bilhete de transporte no ponto de atendimento ao turista ou nos totens perto do ponto de ônibus. Custa penas 530 florins (1.70 euro) para a viagem integrada (ônibus + metrô). Um bilhete simples sai a 350 florins.
Depois, basta subir no ônibus 200E, que para bem na porta do terminal e te leva até a estação de metrô mais próxima: Kőbánya–Kispest, da linha 3 – Azul. De lá, você pode seguir para qualquer parte da cidade. Para mais detalhes, leia nosso post como chegar e sair do aeroporto de Budapeste para o centro.
Para ver bem a cidade, o ideal é ficar pelo menos três dias em Budapeste. Com cinco dias, a viagem fica mais tranquila e você pode ver atrações mais lado b da cidade.
A melhor época para visitar Budapeste é no verão, assim como boa parte das capitais europeias. O agito na cidade começa por volta de julho, com muita gente na rua e atrações culturais e de lazer pipocando aqui e ali. Em Agosto, a cidade se enche de festivais de música, alguns dos mais famosos da Europa.
Essa época, no entanto, é muito quente. Os termômetros chegam a passar dos 40°C e o sol é de rachar. Se você é sensível a esse tipo de clima, melhor ir na primavera ou no outono. O inverno é rigoroso e escuro: grande parte das atrações a céu aberto fecham.
Lugano, na Suíça, parece um pedaço da Itália. Com um centro histórico compacto, ruas movimentadas…
A Holafly é confiável? Neste texto, vou analisar o serviço da startup espanhola que oferece…
Este texto é o guia definitivo com os documentos para viajar para os Estados Unidos,…
Este texto é um guia com todos os documentos necessários para viajar para a Europa…
Se você está planejando uma viagem para Minas, não cometa o erro de transformar Belo…
Cuba era um sonho pra mim há muitos anos, mas, por se tratar de uma…
Ver Comentários
Estou adorando suas dicas, irei acrescentar no meu roteiro.
Vc teria algum restaurante para indicar?
Desde já agradeço!
Oi Anne, além das sugestões que já estão no post, não tenho nenhum restaurante específico para indicar!
Olá Luiza. Parabéns pelo blog! Estou adorando as dicas e já encantada com os lugares. Pretendo ir ao Leste Europeu em agosto de 2017. Meu roteiro inclui Berlin, Praga, Budapeste e VIena. Iremos eu e meu marido, ocorre que, não temos fluência no inglês e esse fato nos deixa muuuito preocupados ao visitar essa parte da Europa. EM agosto de 2016 fizemos o roteiro Lisboa-Madri-Barcelona-Veneza-Florença -Roma, não encontramos nenhuma dificuldade na locomoção nesses países, devido a proximidade da língua espanhola e o português. Só que nesse roteiro pelo Leste Europeu o fato de não sabermos inglês se torna um empecilho significativo.Mas esse obstáculo não nos impedirá!rs Assim sendo, pretendemos ir com alguma excursão. Mas é aqui que mora minha dúvida cruel. Já ouvi falar muito mal de excursões, de que os hoteis estão em localizados em bairros distantes dos principais centros turísticos a que acaba sendo tudo muito corrido. Você teria alguma empresa a sugerir? Que faça um trabalho bacana com guia que fala portugues?
Ola, alguem Pode me ajudar respondendo meu post!!!
Alguém me daria alguma dica do que fazer no inverno húngaro em fevereiro? Devo repetir os spas por alguns dias caso não haja mais onde visitar? Ficarei 2 semanas em Budapeste, pois tenho 14 dias livres e os preços em fevereiro a Budapeste me agradaram. Obrigado!
Oi Victor,
Você pode ir em mais de um Spa, pode conhecer os arredores da cidade, na Hungria mesmo e também fazer bate-voltas para Viena, Bratislava e Praga.
Eu fiquei 6 dias lá (passei desses dois no Lago Balaton) e acho que dava para conhecer mais coisas se quisesse me aprofundar.
Estou indo para a Europa em janeiro e pretendo passar 3 dias em Budapeste. É tranquilo de se comunicar em inglês? Alguma sugestão de hospedagem?
Oi Mariana,
Desculpe a demora para responder!
É tranquilo se comunicar em inglês sim. Nos pontos turísticos todo mundo costuma falar e mesmo quem fala mal se esforça pela comunicação.
Sobre hospedagem, dá uma olhada aqui: https://www.360meridianos.com/2015/07/onde-ficar-em-budapeste-melhores-bairros.html
Luiza, muito obrigada pelas dicas.
Vou dar uma olhada na sua sugestão de hospedagem.
Um abraço,
Mariana
Oi Luiza.
Em 2013, fomos eu e mais 4 colegas viajar para o Leste Europeu, onde passamos por Budapeste, além de uma cidade próxima chamada Eztergon....
Realmente, uma das cidades mais belas da Europa, além de ser muito barata...
Valeu por comentar Pedro
Estava com dificuldade de montad o meu roteiro de Budapeste, mas com esse texto, agora tenho na mão, tudo o que eu precisava saber. Muito obrigado, Luiza! Um grande abraço.
Que ótimo, obrigada Sthevan
Já fui 3 vezes para a Hungria e voltaria outras mais. Depois da uma olhada lá no meu post em meu blog, falando sobre budapest.
Obrigada por comentar Flávio
Eu também adorei essa cidade. Fiquei quatro dias e fui em todos os lugares citados, exceto ao mercado e Lago Balaton.
Fiquei hospedada em Terézváros, na Andrássy Út, perto da Ópera, e andei quase tudo a pé. Voltarei um dia, se Deus quiser.