Onde ficar em Pirenópolis: melhores pousadas, casas e hotéis

Onde ficar em Pirenópolis? Em termos de localização não tem muito como errar, afinal Pirenópolis é uma cidade pequena. Fique no centro histórico ou perto das cachoeiras e da natureza. 

Escolher qual dessas localizações depende do seu estilo de viagem, orçamento e objetivos, como ficará claro a seguir.

Onde ficar em Pirenópolis: centro

No centro você estará perto de bares e restaurantes e do miolo da vida da cidade. Quem não gosta de cachoeira, mas se interessa por história e casarões coloniais, deve dar ainda mais preferência para o coração da cidade.

Outra vantagem é que a maioria das pousadas baratas de Pirenópolis está no centro histórico.

Pousadas no centro de Pirenópolis

  • Pousada Casa Grande fica perto do centro – cerca de 500 metros da Igreja do Bonfim. O custo/benefício é bom e o lugar é muito elogiado justamente pela localização. Diárias a R$ 300.
  • Pousada Vila Velha é uma das mais concorridas – reserve com antecedência, principalmente em feriados como o carnaval. Diárias a R$ 230.
  • A Pousada Pouso do Sô Vigario tem piscina e é outra que recebe nota quase máxima no quesito localização. Fica num casarão em estilo colonial e bem no centrinho de Piri. Diárias a R$ 300.
  • Pouse no Jardim está num lugar tranquilo, com piscina, mas ainda perto de tudo. Diárias a R$ 320.
  • Casamatta Hostel é uma opção econômica e mochileira. Diárias a R$ 150.

Não achou o que queria? Nesse link aqui eu refinei as buscas do Booking para listar apenas os hotéis e pousadas mais bem avaliados de Piri, tudo segundo os hóspedes anteriores.

Onde ficar em Pirenópolis: cachoeira e natureza

Tudo depende do seu objetivo de viagem. Se quiser relaxar, contato com muita natureza e nem fizer muita questão do centro histórico, que fica muvucado em feriados, pode valer a pena pegar uma das pousadas mais afastadas da cidade.

Não é por acaso que essas são as opções preferidas por casais.

Hotéis em Pirenópolis perto da natureza

  • Pousada Cavaleiro dos Pireneus está a 15 minutos de carro do centro. Tem ótima área de lazer e é uma das melhores pousadas da cidade. Diárias a R$ 700.
  • Villa dos Pireneus é outra que pode ser uma boa para quem procura vista bonita e proximidade com cachoeiras (a do Abade e do Lázaro.estão por ali). Diárias a R$ 600.
  • A Vereda da Serra Eco Pousada que tem uma banheira de hidromassagem ao ar livre. Diárias a R$ 500.
  • Refúgio da Serra é uma das favoritas nesse esquema menos urbano. Diárias a R$ 350.

Onde ficar em Pirenópolis: quanto custa o hotel?

Como ficou claro pelo texto, os preços variam de acordo com o estilo e localização:

  • Espere gastar entre R$ 200 e R$ 300 para pousadas boas no centro
  • Diárias entre R$ 500 e R$ 700 e hotéis mais confortáveis, com área de lazer e piscina e perto das cachoeiras.
  • Hostels e pousadas baratas entre R$ 70 e R$ 150.

Quantos dias ficar em Pirenópolis?

Fique de dois a três dias em Pirenópolis para conhecer o centro histórico, aproveitar os bares e restaurantes e relaxar em algumas das cachoeiras da região.

Tem menos tempo? Dá para aproveitar também. E tem gente que fica bem mais ou que segue viagem de Piri para outros atrativos de Goiás, como a Chapada dos Veadeiros.

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Rafael Sette Câmara

Sou de Belo Horizonte e cursei Comunicação Social na UFMG. Jornalista, trabalhei em alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil, como TV Globo e Editora Abril. Sou cofundador do site 360meridianos e aqui escrevo sobre viagem e turismo desde 2011. Pelo 360, organizei o projeto Origens BR, uma expedição por sítios arqueológicos brasileiros e que virou uma série de reportagens, vídeos no YouTube e também no Travel Box Brazil, canal de TV por assinatura. Dentro do projeto Grandes Viajantes, editei obras raras de literatura de viagem, incluindo livros de Machado de Assis, Mário de Andrade e Júlia Lopes de Almeida. Na literatura, você me encontra nas coletâneas "Micros, Uai" e "Micros-Beagá", da Editora Pangeia; "Crônicas da Quarentena", do Clube de Autores; e "Encontros", livro de crônicas do 360meridianos. Em 2023, publiquei meu primeiro romance, a obra "Dos que vão morrer, aos mortos", da Editora Urutau. Além do 360, também sou cofundador do Onde Comer e Beber, focado em gastronomia, e do Movimento BH a Pé, projeto cultural que organiza caminhadas literárias e lúdicas por Belo Horizonte.

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