Fazer intercâmbio sempre foi meu sonho. A ideia de morar um tempo fora, conviver com uma cultura diferente e conhecer outras pessoas sempre me atraiu. O sonho se realizou quando eu fui para os Estados Unidos, em 2008. Mas a vontade não passou, na verdade ela só cresceu. Mas, nunca, nem no mais inacreditável dos meus pensamentos, eu imaginei que minha segunda experiência de intercâmbio seria na Índia. Acontece que apesar de eu não ter imaginado a possibilidade, a Índia é um destino popular de intercâmbio entre todo mundo que vai via Aiesec.
Neste post, vou reunir os países mais comuns nos mais diferentes tipos de intercâmbio que as agências vão te oferecer, e também as razões para você ir para cada um deles, mesmo que determinado país não tenha sido sua ideia inicial.
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Os EUA são um dos destinos mais populares quando se fala em intercâmbio, uma vez que o país reúne uma série de características atrativas: eles falam inglês e têm uma cultura que é muito exportada para nós por meio de filmes, músicas, livros, etc. Além disso, é fácil de chegar lá e o governo americano oferece alguns vistos específicos para intercambistas, o que estimula esse tipo de viagem. Desconheço uma agência de intercâmbio que não ofereça diversos pacotes para os Estados Unidos.
O intercâmbio que eu fiz, o Summer Work and Travel, atrai gente de todo o mundo para trabalhar por três meses nas férias de faculdade, com um mês livre para viajar depois. Muita gente também costuma ir para lá em intercâmbios High School, para estudar um ano do ensino médio. Tem gente que vai para trabalhar como babá, o Au Pair. E, claro, fazer cursos de inglês.
Nova York
É importante ter noção de que na maioria dos casos o intercâmbio não vai acontecer numa cidade grande, tipo Nova York, Los Angeles, etc, mas sim em cidades pequenas no Maine, Florida ou New Hampshire, por exemplo. É que a maioria das oportunidades de trabalho ou as vagas em escolas ficam em cidades assim. Porém, isso não impede que você visite as cidades maiores. Eu morei numa cidade minúscula, de mil habitantes, e foi sensacional.
Londres
Além dos Estados Unidos, quem quer fazer curso de idioma ou ter mais experiência com a língua que domina o mundo pode experimentar um dos países acima, que também oferecem muitas oportunidades legais e boas escolas de inglês. Nos cinco países você pode trabalhar e estudar, o que permite dar uma controlada nos custos. Sem dúvida, você vai encontrar um grupo de brasileiros. Se esforçe para não andar só com brasileiros, ou você vai acabar se esquecendo do seu objetivo de melhorar outro idioma.
O legal de escolher um dos países na Oceania está nas diferenças geográficas, na paisagem impressionante e na qualidade de vida inacreditável nesses lugares. O Canadá tem mais ou menos as mesmas qualidades, mas está mais perto do Brasil e a passagem acaba sendo mais barata – então, se você não ligar muito para o frio, taí uma opção mais em conta. Inclusive, mais em conta do que os Estados Unidos, porque tem um custo de vida mais barato.
Irlanda e Inglaterra têm história sensacional, muitos lugares turísticos e ainda por cima estão na Europa. Isso também pode ser uma desvantagem, já que atualmente o continente europeu está em crise, o que dificulta bastante conseguir emprego.
Auckland, Nova Zelândia
Os dois gigantes asiáticos têm bilhões de pessoas e estão em pleno crescimento econômico. Com isso, concentram a maioria esmagadora de vagas de emprego para intercâmbio profissional, ou seja, quem quer trabalhar na própria área. Vocês sabem que nós escolhemos a Índia como destino. Apesar do nosso trabalho não ter sido dos melhores, foi muito interessante e desafiador trabalhar num ambiente profissional tão diferente, com cultura, hierarquia e noções de produtividade tão diferentes.
O mesmo vale para quem vai para a China. Isso conta muito no seu currículo e experiência de vida. Também é uma baita oportunidade para aproveitar e conhecer o continente asiático, que é incrível e barato.
Jaisalmer, Índia
Apesar de ser possível trabalhar como voluntário em qualquer país do mundo, existem alguns que parecem ser opções mais interessantes para arregaçar as mangas e ajudar o próximo. Você pode cuidar de crianças ou de idosos. Pode participar de um projeto em prol do meio ambiente, trabalhar com animais ou dar aulas para população de risco. Esses intercâmbios costumam ter menos tempo de duração: de algumas semanas até três meses.
Quem tem interesse em fazer esse tipo de ação, mas não tem como gastar muito com a passagem, pode tentar o intercâmbio em países da América Latina, como Peru, Bolívia e Guatemala. Além da proximidade geográfica, o idioma não é tão diferente e esses países têm uma cultura e história muito legal para se conhecer, sem falar nas paisagens.
Quem quer ir mais longe pode fazer como a Natália Becattini, autora do blog, e ir para a África do Sul. Muitas agências oferecem esse destino, que é um dos países mais desenvolvidos do continente africano, mas ainda cheio de problemas. O interessante é que, segundo meus companheiros de blog, Cape Town é uma das cidades mais legais e bonitas do mundo.
Outro destino interessante para intercâmbio de trabalho voluntário é a já citada Índia. O país tem várias ONGs e projetos sociais interessantes que abrem vagas para estrangeiros – certamente é uma experiência inesquecível. Sem contar que, como a Índia é enorme, você vai ter várias opções de tipo de intercâmbio e local onde você vai poder morar.
Essa é uma maneira fácil, criativa e barata de ter uma experiência de trabalho no exterior. O Work Exchange é uma modalidade de viagem que se popularizou como uma forma de economizar no orçamento, mas acabaram se sobressaindo como uma maneira econômica e flexível de transformar qualquer viagem de férias em uma troca cultural, uma oportunidade de aprender habilidades novas – como uma língua – e ter vivências inesquecíveis.
As oportunidades mais conhecidas, que você certamente deve ter ouvido falar, envolvem trabalhar em hostel em troca de hospedagem, mas há muitas outras atividades: dá para trabalhar com projetos ecológicos, de impacto social ou educacionais, ensinando idiomas, como criador de conteúdo, social media, fotógrafo ou video maker, além de fazendas orgânicas e até mesmo como instrutor de yoga.
Alguns programas também incluem refeições e outro benefícios, mas o melhor é que você pode participar do work exchange mesmo se não tiver muito tempo para viajar: dá para combinar experiências de uma semana até vários meses de duração. Além disso, não há limite de idade e a diversidade de destinos é muito grande. Há diversos sites que oferecem esse tipo de programa. No Worldpackers, parceiro do blog, a membresia custa U$ 49 por ano ou U$ 59 para um casal ou dupla de amigos, e você pode participar de quantos programas quiser durante o período.
No valor, está incluído um seguro que te ajuda a achar outra atividade caso você encontre condições diferentes da combinada ao chegar. E o site é brasileiro, logo, você tem suporte 24 horas em português.
Leitores do 360meridianos ganham U$ 10 dólares de desconto na membresia, basta utilizar o cupom 360MERIDIANOS na hora da compra. Clique aqui para saber mais sobre o programa.
Enfim, o mundo é enorme e as experiências que você pode ter são infinitas. Duvida? Leia o relato dessa menina que foi ensinar xadrez para crianças na Bolívia. Ou dessa outra que foi trabalhar com ciganos na Sérvia.
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oi tenho muitas duvidas olha estou no quarto periodo da faculdade de historia entao estou muito inclinada em fazer intercambio,mais ainda nao estou fazendo curso de ingles e tambem nao conheço ninguem em outros pais, e queria uma ajuda e uma dica qual pais mais barato e legal pra fazer o intercambio e a melhor faculdade pra estudar la e tambem pra trabalhar.
atenciosamente
ana beatriz
Oi Ana,
Para começar, você precisa definir que tipo de intercâmbio quer fazer.
Você quer fazer um semestre de faculdade fora, quer ir estudar inglês e trabalhar, ou só trabalhar?
Preciso entender isso melhor para tentar te dar as dicas!
bjs
Olá Luiza,
parabéns pelo blog! muito legal! estou aqui em busca de informações para um intercambio que meu irmão pretende fazer estamos meio "perdidos", são muitas opções legais e gostaria muito de sua ajuda, segue perfil dele abaixo: rsrrs
Formado em Engenharia Elétrica (Gostaria de trabalhar na área se possível)
Inglês básico(Língua pretendida)
Pretende ficar por 6 meses, mas caso consiga se estabelecer profissionalmente, pretende até morar.
Ah! fator importante... Custo!
Aguardamos ansiosos..
Oi Vannessa,
Se seu irmão tem interesse em trabalhar na área, acho que a melhor opção é procurar o pessoal da Aiesec. Outra opção também, se o inglês dele é básico é ir fazer um curso de inglês - no caso, o Canadá costuma ser uma boa opção porque une inglês nativo e um preço mais em conta.
Espero que tenha ajudado.
bjs
Olá
Eu tive o visto negado ao Canadá e mudei meu destino pra Nova Zelândia.
Porém na sexta feira dia 19 de julho e domingo 21 de julho de 2013 soube que houve tremores de terra em Welligton embora eu ficaria em Auckland. Sabendo que é um país que fica entre placas tectonicas do pacífico é recomendavel ir assim mesmo,eu sei que risco tem em qualquer lugar.Sendo assim o que devo fazer? Alguém já esteve lá?
Aguardo respostas.
Grato
Oi Gabriel,
Já estive na Nova Zelândia por 10 dias, na ilha norte, e é um dos países mais incríveis que já visitei. São muitas paisagens lindas e uma estrutura muito boa. Como você mesmo disse, tem risco em qualquer lugar. Acho que lá, pelo menos, você estará num dos países com maior qualidade de vida do mundo e com todo o apoio necessário caso alguma eventualidade aconteça!
Espero que tenha te ajudado
bjs
Luiza, o que voce tem a dizer sobre a Suécia para uma estudante universitária? hahaha
Oi Manoella, eu não conheço a Suécia. Mas se for para me basear no nível de desenvolvimento social e econômico do país, eu diria que lá em incrível!
hahah não sei se te ajuda isso...
Oi Luíza,
Vou viajar pro leste europeu em janeiro pra fazer intercâmbio social pela AIESEC, vc tem alguma dica de país?
oi Débora, moro em Split, na Croácia. Em que país do leste europeu será seu intercâmbio? Estudei croata com um grupo da Erasmus Mundus semestre passado e foi super divertido. Split em janeiro é frio, mas ainda assim bem melhor que Zagreb. Se vier por aqui é só falar.
Oi Débora,
Infelizmente não posso te ajudar, porque ainda não conheço o leste europeu. Nós temos aqui no blog um relato sobre intercâmbio na Sérvia: https://www.360meridianos.com/2013/04/relatos-de-um-intercambio-na-servia.html
Abraço
Olá,Luiza. Um país também pouco procurado, mas super em conta se comparado com os demais da Europa, é Malta. Uma ilha linda, com clima ótimo durante o verão, que vale a pena a visita.
Ei Debora,
Malta é uma dica muito legal mesmo. Valeu pela lembrança.
bjs
Engraçado, todo mundo quer ir pros EUA. Eu o coloco como uma das ultimas opções, e Austrália em primeira. Nem fui ainda mas já estou apaixonada pelo país...
Eu tb acho que tem países mais interessantes dos que os Estados Unidos, Letícia. Tem um blog ótimo para você pesquisar sobre a vida na Austrália. É o https://www.precisoviajar.com/
Olá Luiza muito legal o seu post, mas tem um país muito bom também para fazer intercâmbio é a Escócia, já fiz intercâmbio lá é muito bom, pessoal muito educado, fácil de lhe dar e na capital Edimburgo o sutaque não muito carrega você fala tranquilamente, além das coisas lá serem muito baratas ... o meu curso de 1 mês lá ficou o praticamente mesmo valor, em R$ do que no Canadá, mesmo, ná época em 2011, o Dólar Canadense estava R$2,05 e a Libra Esterlina R$ 2,90 ...
A diferença era muito pouco e fiz uma viagem incrível .... Além de quebra conhecer outros países ... Espanha, Holanda, França .... só pegando o Trem !!!!
Fica a Dica aí procurem pela Escócia um bom local para "Intercambiar" !!!
Abraços...
Vinícius Cotta
oi vinícius,
Legal a dica! Tenho muita vontade de conhecer a Escócia, mas não tinha pensado lá para intercâmbio, realmente é uma ótima dica.
bjs