A Europa ainda tem aqueles destinos que não são tão visados por turistas – e os países Bálticos, ou seja, Estônia, Letônia e Lituânia, certamente fazem parte dessa lista. A ideia deste post é ajudar a quem pretende conhecer esses países, reunindo no texto todas as informações necessárias para organizar uma viagem para lá. Você descobrirá curiosidades sobre os Bálticos e também como chegar, quanto custa a viagem, como organizar seu roteiro (e até como incluir a Rússia e a Finlândia no trajeto), além de outras dicas.
Vilnius (Lituânia), Riga (Letônia) e Tallinn (Estônia) são as capitais desses países e destinos mais certos para quem tem menos tempo e quer montar um roteiro de 9 ou 10 dias. Mas saiba que o interior dos países também tem lugares bonitos e interessantes, assim como as nações vizinhas. Por isso, vamos dar indicações para quem tem mais tempo para gastar.
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Centro histórico de Tallinn, Estônia
Os países Bálticos, ou seja, Estônia, Letônia e Lituânia, têm esse nome por serem delimitados pelo mar Báltico, bem na região Nordeste da Europa. Eles compartilham uma história comum de invasões: cruzadas, suecos, poloneses, o Império Russo, nazistas e soviéticos dominaram continuamente esses territórios. Eles só conseguiram se tornar independentes da União Soviética em 1991 – e em 2004 ingressaram na União Europeia.
Saiba mais: A história do tratado secreto que apagou os Bálticos do mapa
Um arranha-céu típico soviético em Riga, Letônia, hoje Museu de Ciências
Ou seja, são países jovens, mesmo com uma longa história medieval e centros históricos bem preservados. São bastante modernos, têm IDHs considerados muito altos e economias prósperas, o que os difere de outros estados que estiveram no domínio da URSS. Curiosidade: O Skype e a Transferwise são empresas inventadas e com sede na Estônia.
Muita gente, quando eu avisei que ia viajar para os Bálticos, me perguntou por que eu estava indo para lá novamente. Uma clara confusão dos Bálticos, que ficam beeeem no norte da Europa, pertinho da Finlândia e da Rússia, com os Bálcãs, que ficam no Sul, perto da Grécia.
Essa foi uma das viagens mais baratas que eu já fiz pela Europa. E, veja bem, não foi feita em estilo mochileiro, apesar de que sim, foi uma viagem econômica. Foram cerca de 45 euros por pessoa, por dia, num período que pode ser considerado “média” temporada, o início do outono.
Com hospedagem, pagamos em quartos duplos por volta de 30 euros por noite para um casal; gastos com alimentação em restaurantes legais foram de cinco a 10 euros por refeição (ficamos numa média de 20 euros por dia, por pessoa); passeios e outros pequenos gastos custaram cerca de cinco euros por dia; mais sete euros do ônibus bastante confortável que nos levou entre as cidades.
Avenida elegante em Riga, Letônia
Um mochileiro conseguiria, sim, diminuir esses custos no nível de 35 a 40 euros por dia. E uma viagem mais confortável, num hotel três ou quatro estrelas, ficaria em torno de 60 euros por dia ou mais, afinal há restaurantes sofisticados nas capitais, incluindo opções de chefs renomados.
Eu estive nesses países bem no início do outono, no final de setembro, começo de outubro. Já estava bastante frio, com temperaturas entre 5ºC e 15ºC durante o dia e um pouco mais gelado à noite. O problema maior foi a chuva: choveu em todas as cidades, o que atrapalhou muito os passeios, porque frio e chuva formam uma combinação muito difícil. Por outro lado, nos dias que tinha céu azul, as cores do outono criaram uma paisagem belíssima. Outra vantagem é que os preços de hospedagem estavam muito baixos.
Outono nos países Bálticos
Fiquei com vontade de voltar aos Bálticos no verão e alugar um carro (veja como conseguir com desconto!) para explorar o interior dos países. Mesmo nos meses mais quentes, as temperaturas por lá ficam na média dos 20 graus. No inverno neva bastante, e as temperaturas são negativas, com pouquíssima luminosidade durante o dia. Mas tem aquele cenário natalino encantador, ó:
Natal em Tallinn. Foto: Dimbar76 / Shutterstock
Você encontra voos para Vilnius, Tallinn ou Riga a partir de praticamente qualquer capital europeia, tanto via low costs como a Ryanair, como com empresas tradicionais. Muitas vezes são passagens promocionais, então fique atento. Também é possível chegar por terra, da Polônia para Lituânia, por exemplo. Ou de São Petersburgo, na Rússia, para Tallinn, na Estônia. Outra forma muito comum de chegar à Estônia é de balsa, que faz o trajeto de Helsinque, na Finlândia. (No final deste texto tem dicas para incluir as duas últimas cidades num roteiro mais longo).
Praça em Riga
Entre os três bálticos a melhor opção para se locomover é de ônibus (viagens de mais ou menos quatro horas). E a boa notícia é que os ônibus que fazem esses trajetos são excelentes, novos e cheios de “mimos” para os passageiros. Eu fiz pela Lux Express, que tinha WIFI, entrada USB para carregar o celular, entretenimento de bordo com filmes e séries novos, café, chá e água disponíveis gratuitamente. Vale a pena comprar as passagens com antecedência: como disse, paguei só sete euros, mas comprando de última hora o preço mais que dobra.
A outra empresa que faz os trajetos é a Ecolines (não experimentei, mas vi ônibus que pareciam novos também).
Uma boa forma de pesquisar as melhores opções de voo, ônibus e outras promoções está nesse post de como se locomover mais barato pela Europa.
Os idiomas nos três países são estranhíssimos aos nossos ouvidos latinos. Uma mistura de russo, alemão e finlandês. Apesar disso, é fácil se comunicar em inglês. Mesmo quem não é fluente na língua (pessoas mais velhas, em geral) entende o básico para atender turistas. Os menus de todos os bares e restaurantes têm versão em inglês, assim como as sinalizações em aeroportos, ferrovias e rodoviárias.
A república autodeclarada de Uzupis, em Vilnius, Lituânia
Se você não falar inglês, talvez tenha um pouco mais de dificuldade para se virar na mímica: apesar de serem bem educadas, achei as pessoas um pouco fechadas. A ponto de estranharem sorrisos e gentilezas, como dizer “bom dia” ao entrar numa loja.
Num roteiro de 10 dias, como este proposto aqui, a ideia é que você fique três dias em cada um dos países bálticos, considerando que um dia vai acabar sendo perdido com a chegada e a partida. Aí fica a seu critério focar somente nas capitais, Vilnius, Riga e Tallinn (foi o que eu fiz), ou aproveitar para fazer um bate-volta a partir de cada uma delas.
Praça da prefeitura em Vilnius, Lituânia
Se você tiver menos tempo, acredito que Tallinn é a cidade com mais coisas para fazer, então priorize ela. Em segundo lugar ficaria Riga. Das três, a única possível (mas não recomendável) de ver em um dia só é Vilnius.
Se você quiser incluir Helsinque e São Petersburgo, um roteiro que a nossa colaboradora Gabi Dilly experimentou, recomendamos pelo menos três dias para a capital da Finlândia e cinco para a cidade russa.
Para quem gosta de cerveja, uma viagem por esses países é uma maravilha: os Bálticos produzem diversas cervejas artesanais e todos os bares que fomos tinham sempre uma enorme variedade de estilos e sabores de qualidade, com pints (500ml) entre dois e quatro euros.
Já as comidas típicas, como é comum nessa parte da Europa, são baseadas em carne de porco e batata. Dumplins vêm em vários estilos e formas: pode ser uma grande massa de batata em forma de um bolinho recheado, pode ser uma massa mais dura, frita e recheada, ou pode ser como um ravióli, cozido. Além de vários tipos de salames e presuntos, também é comum encontrar tiras de gordura do porco defumada.
Outro ingrediente muito tradicional por ali é o centeio: sopa de centeio, pão de centeio e até cerveja de centeio. A carne de caça, como alce, javali e até urso, também faz parte da alimentação, mas é menos comum encontrar isso fora de restaurantes típicos.
E, além disso, em todos os países você encontra culinária internacional, como pizza, macarrão, hambúrguer e comida asiática.
Tanto faz por onde você vai começar, mas se for para deixar o melhor para o final, eu começaria com Vilnius. Fique lá pelo menos dois dias inteiros. Vilnius é bem compacta, de forma que você consegue visitar todas as atrações a pé. É imperdível visitar o Museu da KGB, o centro histórico e o bairro Užupis (que é uma república autodeclarada!).
Rua do centro histórico de Vilnius
Não deixe de ler: O que fazer em Vilnius e Onde ficar em Vilnius
Eu fiquei hospedada num estúdio para duas pessoas na região da estação de trem, alugado via Airbnb. A Gabi ficou num hostel pequeno e aconchegante perto da Old Town, chamado Home Made House.
Leia também: Roteiros de 30 dias pelo Leste Europeu
No terceiro dia, você pode aproveitar uma tarde ou manhã para visitar Trakai, pequena cidade vizinha onde há um castelo medieval à beira do lago. A Gabi, nossa colunista, foi lá no verão, e encontrou as pessoas nadando (então, não esqueça da roupa de banho). É possível chegar até a cidade de van ou trem e da estação ao castelo é uma caminhada boa.
Riga é bem maior que Vilnius e merece três dias para fazer os passeios, assim como vai exigir que você utilize transporte público ou Bolt (concorrente do Uber mais popular por lá, link com código de desconto) para ir aos bairros e mercados mais distantes.
Em Riga, o centro histórico é lindíssimo, cheio de praças, igrejas e casinhas coloridas antigas. Mas você também encontra um distrito com prédios elegantíssimos em Art Nouveau, um mercado municipal enorme que fica em antigos hangares de Zepelins, bares e uma vida noturna muito legal.
Não perca: O que fazer em Riga e Onde ficar em Riga
Nós ficamos num quarto privativo, numa área mais quieta, do Central Hostel Riga. A diária ficou em 28 euros o quarto duplo. Já a Gabi ficou no hostel Cinnamon Sally Backpackers, que tem localização muito boa. Segundo ela, a dona é super prestativa e simpática, os quartos são limpos e há uma área de convívio onde era bem fácil socializar e conhecer outros hóspedes.
Em Tallinn, há coisas para ocupar todas as horas dos seus três dias de viagem. A cidade tem o centro histórico mais bonito e bem preservado das três, com direito a muralhas e torres medievais. Muitas igrejas, museus variados e interessantes, parques e jardins agradáveis, bons restaurantes e noite animada. Como Tallinn recebe turistas vindos da Finlândia e grupos de cruzeiros, é a cidade que você vai achar mais cheia e também a que tem preços mais elevados dentre as três.
Descubra: O que fazer em Tallinn e Onde ficar em Tallinn
Se você tiver tempo sobrando, as cidades de Parnu e Tartu, na Estônia, também parecem ser lindinhas.
Nós ficamos no maravilhoso Fat Margaret, um hotel/hostel que fica num casarão perto da entrada das muralhas da cidade. Nota 9,6 e diárias por 28 euros o quarto duplo. Já a Gabi experimentou um party hostel, o Tallinn Backpackers.
Da Estônia é possível seguir viagem para Helsinque de balsa. Segundo a Gabi (que morou na Finlândia), além de ser a opção mais barata, elas são confortáveis, têm casino, restaurante, bar, mercado e, dependendo, até balada! Algumas empresas que fazem o trajeto: Tallink Silja, Viking Line e Eckero Line.
Antes de tudo, um aviso aos mochileiros: é importante estar ciente de que Helsinque é uma das cidades mais caras do mundo. “Mesmo assim, é possível compensar os gastos. Alguns truques de mochileiros: couchsurfing, cozinhar (supermercado lá é mais barato que em muitos lugares), esquenta antes de sair à noite e caminhar para os lugares”, disse a Gabi. As dicas abaixo também são dela:
Você pode ir a São Petersburgo independente se escolher incluir a Finlândia no seu roteiro, já que tanto de Tallinn, quanto de Helsinque, você chega de ônibus facilmente na cidade russa.
A sugestão da Gabi, que é apaixonada pela cidade, é que você fique pelo menos seis dias inteiros em São Petersburgo.
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Ótimo esse blog. Em 09/08/16 irei para a Suécia e seguirei para diversos países, como: Finlândia, Rússia, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, Alemanha, Holanda, França e terminarei o passeio na Inglaterra. Alguém já fez esse percurso ou poderia me dar uma dica? Viajarei com um amigo que se aposentou recentemente.
Olá José, Tudo bem?
Você gostaria de dicas relacionadas ao que especificamente?
Olá!! Voltei em abril do leste europeu. Passei 24dias viajando. Foi muito legal, fácil e barato. Eu saí de Frankfurt para Cracovia/Varsóvia/Breslávia/Riga(Letônia)/Tallin/São Petersburgo/Helsinki. Passei rápido por Vilnius. O erro q cometo foi ter saído a noite da Estônia (23:00 horas) e chegar muito cedo em S. Petersburgo pq cruzei a fronteira de madrugada muito frio e é interessante cruzar a ex-cortina de ferro. Passei uma média 4 dias.
Olá Maria,
è o roteiro que sonho m realizar no px ano.
Vc saberia me dizer em média os gastos que vc teve nessa viagem?
Principalmente, Riga,Tallin, Vilnius, São Petesburgo e Helsinki?
Me entusiasmei por causa dos custos desses paises que parecem ser mais baixos do que aqueles mais visistados na Europa.
abs
Olá Pedro,
voltei de lá em out/2016.
o mais caro e Helsinki, mas tem o melhor chocolate "Fazer"
mais barato Sao Peters!!!
as tres meninas são encantadoras e tem preço entre as duas primeiras
tenho roteiro, se desejar me escreva. abs
Boa tarde. Estou programando uma viagem com o seguinte roteiro: São Paulo á Roma , depois Veneza e Viena , isso de trem ou avião. Viena , Praga e Budapeste, este percursos ,fazer de carro. Isso no mês de agosto á setembro. Gostaria de saber se é uma bom roteiro ou não , obrigada.
Oi Aparecida,
Sim, é um ótimo roteiro!
abraço
Estou pensando em ir em Agosto/2016, fazer: Moscou, San Petersburgo, Finlandia, Estonia, Letonia, Lituania e Moscou de novo... isso em 20 dias...
O que acha desse percurso?
Olá Adriano, tudo bem?
Tiraria uma cidade grande (moscou\st petersburgo) ou duas menores para conseguir conhecer melhor cada lugar.
Obrigado pela dica, Gabriela! Uma pergunta: sabes me dizer mais ou menos quanto devo levar em reais? Acha que uns R$ 10 mil seria suficiente? Levando em consideração que eu pretendo ficar em hostels e sou econômico...
Vc tem facebook para eu poder fazer algumas perguntas?
Desde já, agradeço! :)
Oi Adriano!
Em jun/2015 viajei por uns 20 dias p/Berlim, Praga, Viena e Budapeste; +- 4/5 dias em cada cidade e gastei uns 10 mil reais no total (passagens, hospedagens em hotéis simples, refeição, etc), com euro a 3,42 reais.
Pretendia ir agora em junho aos países bálticos (Letônia/Estônia/Lituânia), Polônia (Cracóvia/Varsóvia), Helsinque, S.Peterburgo e Moscou. Meu roteiro seria de uns 27/30 dias. Em fevereiro fiz uma cotação por alto de passagens aéreas, hospedagem (Booking), etc e calculei em torno de uns 10/12 mil reais. Algumas cidades a hospedagem é barata.
Como não arrumei companhia e não sei falar inglês, deixei para junho do ano que vem.
Qdo vc voltar, poderia me dar alguma dica de lá, pode ser?
Vc pode entrar em contato comigo pelo face Cleide Santos (nenenzinha) ou pelo email.
Cleide
Olá Gabriela,
Tenho muita vontade de conhecer essa região. Queria ir esse ano em Junho, incluindo aí a Polônia no roteiro. Só que não falo inglês, nem eu nem uma colega que se interessou em ir. Seria possível isso?
Olá Cleide, Tudo bem?
Falar não é a única forma de se comunicar nessa vida, mas ter pelo menos um nível intermediário de inglês ajuda muito. Conheço pessoas que não são fluentes em inglês e viajam para fora do Brasil sem maiores problemas, inclusive tem um post aqui no Blog sobre isso chamado “Como viajar para o exterior sem falar inglês?”, é muito mais uma questão de planejamento anterior a viagem, esperteza e desenvoltura para se comunicar de outras formas com as pessoas para conseguir as informações que se precisa :)
Obrigado pelas dicas. Vc teria um lugar legal para ficar em São Petersburgo .
Olá Nairle!
Dei uma dica de hostel no próprio post :) Chama-se MIR Hostel, eles tem duas unidades e prefiro a localizada na Nevsky Prospekt.
Olá! Eu indo para Europa no final de março de 2016. Saio de Frankfut p Cracóvia. Depois quero ir a Breslávia e Varsóvia. Meu sonho era conhecer moscou e sap Petersburgo, mas, jà desisti. Sairia muito caro. Então estou pensando em ir para Riga! Tallinn, são Petersburgo e Helsinki. Teria do dia 25/03 a 14/04/2015. Não sei como dividir os dias nas cidades. Vc tem alguma sugestão? Vale a pena colocar Vilnius? Ou deixar p são Petersburgo? Obrigado
Olá Maria,
Pelo que entendi você chega por Frankfurt e tem duas\três ideias de roteiro:
1. Bratslávia, Cracóvia e Varsóvia; ou
2. Riga, Tallin, São Petersburgo e Helsinki; ou
3. Vilnius, Riga, Tallinn, São Petersburgo e Moscou.
Sem sombra de dúvida o que sairia mais barato é a opção 1., mas sinceramente se você sempre teve vontade de ir a Rússia, não abriria mão disso. Segue abaixo sugestão de ordem e dias por cidade para cada uma das três opções, sem contar os dias de viagem de uma cidade a outra.
1. Frankfurt(2 dias)-Bratslávia(3 dias)-Cracóvia(3/4 dias)-Varsóvia(3/4 dias)-Vilnius(2/3 dias)-Riga(3/4 dias)
2. Riga(3/4)-Tallinn(3/4)-Helsinki(3 dias)-São Petersburgo(7 dias)
3. Vilnius(2/3 dias)-Riga(3 dias)-Tallinn(3 dias)-São Petersburgo(6 dias)-Moscou(5 dias)
Oi! Amei as dicas!
Para viajar de Helsinquia a S. Petersburgo é preciso passaporte europeu? Ou visto?
Olá Ana!
Que bom que gostou das dicas :)
Desde Junho de 2010 entrou em vigor o acordo entre Brasil e Rússia para a liberação (isenção) de vistos de curta duração para nacionais de ambos os países. Assim, nós brasileiros não precisamos de visto para entrar como turista na Rússia para até 90 dias :)
Gabriela, me da uma luz por favor?
Estou com um período de férias de vinte dias final de dezembro até 15 de janeiro e queríamos aproveitar para fazer uma viagem longa.
É o único período do ano em que conseguimos mais de dez dias de férias, então é o que tem.
Pensei em África do Sul, mas agora estou vendo estes teus roteiros (países balticos ou leste europeu) e gostando muito mais.
Será que fica muito ruim ir no invernão?
Primeira vez que fui à Europa foi em fevereiro e Paris me pareceu meio apagada (os outros lugares que visitei gostei mesmo com frio).
Tu achas que estes locais dos posts que citei perdem muita beleza no inverno? Por exemplo, Croácia e Noruega eu descartei pá queria ver água e fazer trekking e não combina com o período.
E além destes lugares, me sugere algo? (Qualquer lugar que vcs tenham gostado muito pá me identifico bastante com o perfil de vcs)
Uma outra opção que considerei foi Índia, Nepal e Sri Lanka, mas não fiquei lá muito animada.
Ah, já fizemos um mês no sudeste asiático, que seria uma bela opção mas não queremos repetir...
Muuuuito obrigada por qualquer pitaco!
Oi Camila!
Viajei muito no inverno no Leste europeu e gostei, mas sou do tipo de pessoa que não fica incomodada de andar no frio, na neve, de não ter sol boa parte do dia e afins. Na verdade, dependendo da cidade e do tipo de turismo que quer fazer, essa época do ano é mais bonita e legal.
Fui a quase todas as cidades citadas nesse post (exceto Vilnius) quando estava frio e nevando, e gostei. Todos os museus estavam abertos (não se esqueça de verificar os feriados nas cidades em fim de ano), pessoas nas ruas vivendo a vida e afins.
O único problema talvez (dependendo do tipo de frio que você acha suportável) seja a temperatura. Esta pode chegar a ficar muito baixa a um nível que algumas pessoas não suportam. O mais frio que peguei nessa região durante essa época foi -20° Celcius, mas a média de temperatura é mais aceitável que isso.
Quanto a sugestão de lugares, acredito que pelo tempo que você tem não vale a pena acrescentar cidade na lista, mas dá para trocar uma por outra, como Helsinki por Varsóvia, ou Vilnius por Moscou, ou até mesmo São Petersburgo pelo Norte da Finlândia (onde se pode ver a aurora boreal). Mas sinceramente, prefiro as cidades que estão no post :)
Espero que tenha sido útil!
Foi útil sim!
Muito obrigada!!
Olá, só um detalhe, o castelo na primeira foto não fica em Kaunas, é uma cidade chamada Trakai, é próximo à Vilnius.
Oi Daniele,
Obrigada pelo toque, eu errei na hora de postar!
bjs