Uma das regiões mais altas e remotas das montanhas Geórgia, Tusheti é considerada a última fronteira inexplorada da Europa. Tamanho isolamento se deve ao fato dela ser acessível apenas pela Abano Pass, a estrada mais alta da Geórgia e uma das mais perigosas do mundo, título que lhe rendeu o carinhoso apelido de Estrada da Morte.
Mas as almas corajosas que se animam a enfrentar as curvas sinuosas, abismos e desfiladeiros se deparam com um lugar de beleza e cultura únicas, ambas preservadas do mundo que fica depois dos vales e da cadeia de montanhas. Por causa de sua autenticidade e culturas únicas, essa é considerada por muitas a região mais encantadora da Geórgia.
Nesse texto, você encontrará um guia completo de viagem para o Parque Nacional de Tusheti na Geórgia!
Entre as dicas que compartilhamos, você vai ler como chegar à Tusheti, pegando a Estrada da Morte de forma segura; qual a melhor época para visitar, o que fazer por la e aprender um pouco sobre a história e as tradições únicas desse lugar fascinante.
Tusheti fica no nordeste da Geórgia, próximo à fronteira com a Rússia – mais especificamente o Dagestão e a Chechênia –, e em uma região que é considerada o cruzamento da Europa com a Ásia.
É uma região montanhosa situada na parte norte da cordilheira do Cáucaso e fica a 4800 metros acima do nível do mar 😱.
O Parque Nacional de Tusheti está a 200 km a nordeste de Tbilisi, a capital da Geórgia, e pertence à Kakheti, província famosa pela produção de vinhos georgianos. No entanto, o isolamento de Tusheti com relação às terras baixas fazem com que você se sinta em uma região completamente diferente do país.
Devido à natureza montanhosa da região e à necessidade de atravessar a estrada Pshaveli-Abano-Omalo – a estrada mais alta da Geórgia – a viagem de carro pode levar entre 5 a 6 horas, dependendo das condições da via e do tempo.
Em geral, a estrada fica fechada no inverno por causa da neve que torna a pista intransitável.
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A melhor época para visitar Tusheti é durante os meses de verão, de junho a setembro. Em geral, a Pshaveli-Abano-Omalo road só abre no fim de maio e fecha no início de outubro. Por isso é impossível visitá-la em outras épocas.
Durante o verão, o clima por lá é ameno e ensolarado. À noite faz um fresquinho, por isso leve um casaco com você.
Se você puder, sugiro planejar sua visita para as datas de algum dos festivais tradicionais em Tusheti:
Você pode se informar sobre o calendário de festividades e eventos na página de Tusheti no Facebook (use o Google Translator).
Embora visitar Tusheti seja uma experiência única e completamente diferente de tudo que você já viu, a maior parte das pessoas vai embora da Geórgia sem passar por lá.
Isso se deve, principalmente, à dificuldade de acesso. Para chegar a Tusheti, não dá para só subir num ônibus para um bate-volta. É preciso um pouco de planejamento, uma vez que a estrada é difícil e a viagem cansativa.
Como regra geral, recomendaria pelo menos três a quatro dias na região para aproveitar ao máximo a sua visita.
Este tempo permitirá que você explore algumas das aldeias mais pitorescas de Tusheti, como Omalo, Shenako e Diklo, bem como aproveite algumas das belas trilhas de caminhada que a região tem para oferecer. Para aqueles interessados em caminhadas de vários dias ou que desejam explorar a região de forma mais aprofundada, uma estadia de uma semana ou mais seria ideal.
Você já foi a um lugar que te fez pensar: quem foi o primeiro maluco que resolveu parar por aqui mesmo e ficar? Tusheti é um desses lugares.
Há uma lenda na região dos Cáucasos que diz que uma mulher grávida chegou ali e deu a luz a três filhos. Cada um deles desceu para um vale diferente, e o irmão que foi para o vale de Tusheti seria o ancestral de todos os seus habitantes.
Arqueologicamente falando, os estudiosos acreditam que os vilarejos mais acessíveis, como Omalo e Shenako foram ocupados primeiro e, a partir deles, o pessoal foi aos poucos subindo as montanhas.
Abaixo listo algumas curiosidades sobre a ocupação na região:
Os tush são um povo nômade e pastor, etinicamente georgiano, e que falam um dialeto próprio, derivado da língua georgiana. Há uma língua original ali, chamada Bats, mas ela está em risco de desaparecer. As pessoas mais velhas falam muito bem o russo, herança do período soviético. Já os mais jovens conseguem se comunicar em inglês.
Eles migram com seus rebanhos para a parte baixa de Kakheti no inverno e, quando o tempo começam a melhorar, pegam o caminho montanha acima outra vez.
Hoje em dia, muitos dos residentes de Tusheti tem uma casa de verão, no alto das montanhas, e uma de inverno, nas terras baixas, especificamente em Kveno Alvani.
Além do turismo eles também vivem da produção de queijo e a lã, considerados produtos de alta qualidade, sendo inclusive exportados para a Europa e Rússia.
Eles praticam uma religião própria, uma crença que mescla influências pagãs e animistas, islâmicas e cristãs ortodoxas. Por causa de seu isolamento, o lugar já serviu de esconderijo para pessoas que tentavam fugir da perseguição religiosa que se deu na Geórgia na época da cristianização.
Isso e os conflitos com outros grupos do Cáucaso tornaram os Tush bastante receosos com a aproximação de estranhos. Caso você resolva fazer passeios a cavalo na região, por exemplo, é uma norma de etiqueta descer do cavalo e entrar caminhando nas vilas, uma vez que os inimigos costumavam invadir os lugares montados.
No entanto, você não precisa se preocupar. Apesar do isolamento os Tush compartilham a hospitalidade do resto da Geórgia e recebem os visitantes, em especial os estrangeiros, como um sinal de boa sorte.
As casas ali tem uma arquitetura e técnicas de construção de próprias, características da região. Elas geralmente contam com ao menos três andares, mas algumas chegam a ter seis ou sete. Em geral, o primeiro andar era o local onde as mulheres realizavam suas tarefas, como cuidar do gado e das crianças. Já o segundo era a residência da família.
No passado, as vilas eram geridas por um conselho de 12 anciãos, que se reuniam sentados em círculos de pedra e julgavam assuntos relevantes (como punições para quem cometesse algum crime, decisões relacionadas aos rebanhos, etc) enquanto comiam khinkalis. Esse poder era respeitado por todos e mesmo o antigo rei da Geórgia não intervinha nos assuntos internos da comunidade.
As mulheres tush tem um papel social relevante por ali. Elas faziam parte do conselho de anciãos e muitos os heróis tush são mulheres. No entanto, é recomendável que as visitantes não se aproximem dos templos, uma vez que mulheres em idade reprodutiva não são permitidas em alguns deles.
Por causa da influência animista, os tush acreditam na dualidade de todas as coisas: feminino e masculino, puro e impuro, sagrado e profano, etc. Em muitas ocasiões, essas duas polaridades não devem se misturar. Há, por exemplo, estradas só para mulheres e só para homens. Mas, em geral há avisos quanto a isso.
Outra coisa que não se mistura por ali é o puro e o impuro. Para eles, as terras altas de Tusheti são puras, e as baixas, de Kakheti, são impuras.
Por esse motivo, embora a maior parte deles seja chegado em um bacon quando estão nas partes baixas, carne de porco e derivados dele não são permitidos em Tusheti, porque o animal é considerado impuro.
Construída em 1981, a estrada foi a primeira forma de ligação de Tusheti com as partes baixas de Kakheti. Na época, o governo prometeu também um teleférico, mas essa obra nunca chegou a acontecer.
Depois de pronta, a estrada recebeu pouquíssima manutenção. Todos os anos, antes de ser reaberta, o governo faz alguns reparos só para deixá-la novamente transitável (consertando barrancos que caíram, por exemplo).
Porém, pouco é feito em termos de melhoria de segurança na região. Ao menos até o momento.
São 70 km de uma sinuosa estrada de terra, sem acostamento ou qualquer proteção entre você e o abismo que se abre à medida que você sobe cerca de 3 mil metros pelas montanhas. O trajeto pela Abano Pass começa no município de Pshavelli, em Kakheti, e vai até Omalo.
As condições da estrada são tão ruins que eu demorei 4h30 para fazer os 70 km. Leia um relato aqui.
Apesar disso, só a estrada já é um ótimo motivo para fazer a viagem. As vistas dos vales e desfiladeiros são simplesmente de tirar o fôlego (sério, eu prendi a respiração por quase o trajeto inteiro).
Ao longo do caminho, há diversas placas memoriais à pessoas que morreram em acidentes na estrada, o que em si é um pouco assustador. No entanto, eu diria que o perigo da estrada está mais nos motoristas e na condição dos carros que na rodovia em si.
Na Geórgia, as pessoas dirigem de forma, digamos, pouco cautelosa, e aparentemente não há muita fiscalização com relação à manutenção de veículos. Quando o trajeto é feito com um veículo adequado, respeitando os limites de velocidade e com perícia e cuidado, os riscos são mínimos.
Pode parecer inacreditável, mas muitos motoristas ali mantém o péssimo padrão de comportamento mesmo em uma estrada como a Abano Pass. Eu ouvi relatos, inclusive, de motoristas que bebem chacha, um forte destilado georgiano, antes de pegar a estrada. “É pra dar coragem”, eles dizem.
É importante dizer isso porque, embora algumas pessoas optem por fazer o caminho à pé, de bicicleta ou moto, a forma mais comum de chegar a Tusheti é pegando uma “marshrutka” (van de passageiros muito comum na Geórgia) de Tbilisi até Telavi e, ali, contratando um motorista para fazer o resto do percurso.
Na minha estadia, conheci um casal austríaco que fez exatamente dessa forma, deixando para contratar um motorista aleatoriamente em Kvemo Alvani. Eles pegaram um táxi compartilhado com outros viajantes e, segundo o relato deles, a viagem foi tranquila e o motorista era muito experiente, conhecendo cada curva da estrada.
Acredito que esse deva ser o caso da maior parte dos motoristas que trabalham com isso. Não posso deixar de alertar, no entanto, que será uma questão de sorte (ou azar) não cair com um motorista maluco ou com um carro capenga se você resolver fazer dessa forma.
O ideal é contratar um motorista recomendado por alguém para fazer o trajeto. Assim você terá mais segurança de que tanto o condutor quanto o veículo estarão em condições de cruzar a estrada.
Como eu acabei alugando um carro para fazer o trajeto por conta própria, infelizmente não tenho nenhum motorista para indicar pra vocês por experiência própria. No entanto, recomendo que você peça indicação no seu hotel.
Para pegar a marshrutka para Telavi em Tbilisi, você deve se dirigir a uma dessas duas estações de ônibus:
Se você chegar em Telavi, terá que pegar um táxi para Kvemo Alvani, que está aos pés da Abano Pass.
Da praça principal de Kvemo Alvani saem os motoristas que fazem o trajeto montanha acima. Eles costumam partir ao meio dia. Por isso, pegue a marshrutka em Tbilisi de manhã ou você terá que pernoitar em algum lugar antes de subir.
Essa opção só é recomendada se você ou alguém que estiver viajando com você forem motoristas experientes e de preferência acostumados com estradas de terra e trajetos em montanhas.
Não dá para alugar qualquer carro para esse trajeto. Você precisará de um 4×4 e, de preferência, que seja também off road. Eu, por exemplo, aluguei um Creta e consegui chegar em Omalo sem grandes dificuldades.
Mas, uma vez lá, não consegui visitar todas as vilas que queria porque o carro arregou nas estradas internas de Tusheti não conseguia subir ladeiras íngremes e com muito cascalho por não ser off road.
É bom lembrar, aliás, que as estradas internas de Tusheti conseguem ser tão ruins (ou talvez até piores) que a Abanos Pass. Mas ali, ao menos, os precipícios não estão do nosso lado.
Se você vai sair de Tbilisi, recomendo reservar seu carro com antecedência, especial no verão, que é alta temporada na Geórgia e muita gente acaba pegando o carro porque a maior parte do turismo no país é de trilhas e natureza, e essa é simplesmente a melhor forma de chegar aos lugares.
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Boas notícias à vista! O governo da Geórgia anunciou um projeto de modernização da estrada para Tusheti, previsto para ser entregue em 2025. A obra deverá melhorar a segurança do trajeto e terá um impacto significativo na vida dos tushetianos.
Com acesso mais fácil e seguro, mais turistas poderão acessar o lugar, e os tushetianos poderão transitar entre as terras altas e baixas sem correr tantos riscos.
A maioria dos visitantes opta por ficar em Omalo, que é a vila principal e o centro administrativo de Tusheti. Eu acho uma boa estratégia dividir a viagem em mais de uma vila, pois assim você terá a oportunidade de ver mais de perto cada uma das vilas.
Na minha viagem, fiquei dois dias em lower Omalo, dois dias em Dartlo e um dia em upper Omalo, de onde saí para pegar o caminho de volta.
Sim, Tusheti em si é um lugar seguro para viajar, mesmo para mulheres sozinhas.
O maior risco que você vai enfrentar será o da estrada. Porém sobre isso eu já dei as recomendações de segurança ali em cima.
Quanto a viajar sozinha como mulher, a Geórgia é considerada um país seguro para mulheres viajantes solo. No entanto, como em qualquer lugar, é importante permanecer atenta, evitar situações potencialmente perigosas e seguir as normas culturais locais de comportamento e vestimenta. Em áreas mais rurais como Tusheti, a cultura pode ser mais conservadora do que nas áreas urbanas.
Além disso, é sempre uma boa ideia informar alguém sobre seus planos de viagem e manter contato regular com amigos ou familiares enquanto estiver viajando. Tenha em mente que Tusheti é uma região remota, então a conectividade pode ser limitada nas estradas e trilhas.
Antes de encarar uma caminhada, informe-se sobre o nível de dificuldade da trilha. A maior parte das trilhas curtas são de nível fácil, mas travessias de vários dias exigem mais experiência no assunto.
E eu não posso deixar de mencionar os assustadores cães pastores de Tusheti. Eles são enormes e treinados para defender vorazmente os rebanhos. Não são pets e, por isso, não é recomendável que você mexa com eles, caso você seja uma dessas pessoas que não pode ver um cachorro dando bobeira.
Eu vi eles ameaçarem um casal na trilha e ouvi relatos de turistas que perderam os dedos.
Se você precisar de assistência médica, disque 122.
Lembre-se que você está a pelo menos 4 horas do hospital mais próximos.
Em uma região tão remota e de difícil acesso, é essencial também contratar um seguro de viagem.
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Vale lembrar também que, embora a Geórgia seja um país relativamente acessível para viajar em comparação com muitos destinos ocidentais, Tusheti é uma região remota e montanhosa, e os preços podem ser um pouco mais altos do que em outras partes do país devido ao custo do transporte de bens para a região.
É também sempre uma boa ideia trazer um pouco mais de dinheiro do que você acha que vai precisar, apenas para estar preparado para imprevistos.
Essas são as principais atrações para ver em Tusheti.
Tusheti, na Geórgia, é famosa por suas trilhas de trekking que oferecem vistas imperdíveis das montanhas do Cáucaso. Aqui estão algumas das principais trilhas que você pode explorar:
Se você pretende fazer algumas dessas trilhas, recomendo fortemente baixar o mapa de Tusheti no aplicativo Maps.me.
Além disso, há um mapa local à venda nos mercadinhos, por um custo de 7 GEL.
Tusheti é um destino popular para entusiastas de atividades ao ar livre, com passeios a cavalo e mountain bike entre as atividades mais populares na região.
Ambas as atividades oferecem uma maneira exclusiva de explorar a região, inacessível para a maior parte das pessoas. No entanto, tenha certeza de que você está adequadamente preparado e que tome todas as precauções de segurança necessárias ao realizar essas atividades.
Veja agora quais são as principais vilas e construções para ver em Tusheti.
A principal vila de Tusheti, Omalo é a primeira parada para os visitantes na região.
Aqui você encontrará a fortaleza de Keselo, um grupo de torres de pedra do século XIV que oferece vistas panorâmicas da área.
Está dividida entre a lower Omalo e a upper Omalo. A primeira é o local em que você chega em Tusheti, é mais rural e parece uma grande fazenda. Porém é ali que está a maior parte da estrutura de toda a região.
Upper Omalo é mais bonita e charmosa, com pousadinhas de sacadas floridas e casas de madeira.
Considerada a vila mais bonita de Tusheti, Dartlo é famosa por suas torres de pedra medievais e suas belas casas com varandas de madeira.
A aldeia está localizada em uma encosta íngreme e oferece vista para o vale. As casas de Dartlo foram todas reformadas segundo as técnicas tradicionais de Tusheti e ali ainda é possível ver o Sabcheo, o círculo de pedras no qual os anciãos se reunião para realizar os julgamentos da vila nos séculos 16 e 17.
Não é à toa que muitos a chamam de vila de conto de fadas.
Esta aldeia é famosa pela Igreja da Santa Trindade, uma das poucas igrejas ainda em uso em Tusheti.
As casas em Shenako também são exemplos impressionantes de arquitetura tushetiana tradicional.
Situada perto da fronteira com a Rússia, Diklo é famosa por suas vistas de tirar o fôlego das montanhas do Cáucaso e por suas torres de pedra bem preservadas.
A última vila habitada antes da fronteira com a Chechênia, Girevi é cercada por belas paisagens montanhosas e é o ponto de partida para várias trilhas de trekking.
Esta aldeia é conhecida por ser o assentamento habitado mais alto da Europa, e oferece vistas incríveis da região.
A culinária de Tusheti, assim como em outras partes da Geórgia, é conhecida por ser saborosa, rica e bastante diversificada. Até hoje eu me lembro das paquequinhas com mel servidas no café da manhã da minha pousada em Omalo.
Quase tudo que é consumido em Tusheti é produzido ali mesmo. Parte da experiência na região é provar essas delícias.
Aqui estão algumas comidas e bebidas locais que você deve experimentar quando visitar Tusheti:
1. Khinkali: São um tipo de dumpling que é um dos pratos mais populares em toda a Geórgia, mas cada região tem sua própria versão. Em Tusheti, o khinkali é geralmente recheado com carne de cordeiro e ervas locais.
2. Queijo Guda: Este queijo tradicional é feito de leite de ovelha e é um dos produtos mais famosos de Tusheti. É um queijo duro e salgado, muitas vezes usado em saladas ou servido com pão como aperitivo.
3. Tushuri Khachapuri: Esta é a versão tushetiana do famoso prato georgiano khachapuri, que é um pão recheado com queijo. Na Tusheti, o khachapuri é frequentemente recheado com o queijo guda.
4. Kotori: Este é um prato tradicional de Tusheti feito de cordeiro ou carne de carneiro, que é cozida lentamente em seu próprio suco sem adição de água.
5. Cerveja Tushetiana: Tusheti também é conhecida pela sua cerveja local, que é feita com fermento selvagem e tem um sabor adocicado e coloração escura. Pode ser encontrada na maior parte das guest houses e restaurantes.
6. Tushuri Tetri: Este é um vinho branco semi-seco produzido na região.
Como há poucos restaurantes e cafés em Tusheti, a maior parte das refeições são feitas nas pousadas. Os anfitriões preparam pratos caseiros para os hóspedes e boa parte dessas gostosuras é servida ali.
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