Onde ficar em Inhotim: Brumadinho ou BH? (com preços!)

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Onde ficar em Inhotim? Em Belo Horizonte, em Brumadinho, cidade onde está o instituto, ou no meio do caminho, numa casa ou pousada na Serra da Moeda?

A resposta depende do seu roteiro de viagem e seus objetivos. É sobre isso que fala este texto, que é um guia completo de hospedagem em Inhotim, com dicas de hotéis e pousadas confortáveis e também baratas.

Onde se hospedar em Inhotim: as diferenças

A alternativa mais óbvia para quem quer conhecer Inhotim é se hospedar em Belo Horizonte, a 60 quilômetros do museu. Faça isso se você pretende passar apenas um dia em Inhotim. 

Mas se hospedar em Brumadinho mesmo, na cara do museu/parque, pode ser a melhor opção se você pretende dedicar mais de um dia ao Inhotim, o que dispensaria ter que fazer duas vezes o trajeto.

Ficar em Brumadinho é a alternativa para quem gosta muito de arte ou pretende visitar um museu durante um festival, como MECA.

Além disso, há a possibilidade de ficar numa região cênica, que não está pertinho do museu, mas fica no meio do caminho entre Inhotim e algumas cidades históricas, como Ouro Preto, Congonhas e Tiradentes.

Hotéis baratos em BH para visitar Inhotim

Se hospedar em BH é a melhor alternativa se você resolver visitar Inhotim apenas uma vez, no esquema bate-volta.

Nesse caso, é bom saber de onde parte o transporte para o museu. Se estiver sem carro, então você terá duas opções: ir de ônibus, que partem diariamente (menos segundas, quando Inhotim não abre), às 8h15, sempre da rodoviária, que fica no centro da capital.

Ou as vans, que partem no mesmo horário e dias, mas de um hotel da Savassi, por isso mesmo nossa primeira indicação:

Inhotim: onde ficar em Brumadinho

Cerca de 350 mil pessoas passam por Inhotim anualmente, gente que ajudou a criar um cinturão de pousadas e hotéis ao redor do parque.

Nesse caso, o ideal é ficar o mais perto da entrada que puder, evitando o deslocamento para Belo Horizonte durante visitas mais longas ao museu.

Pousadas baratas em Brumadinho

Onde ficar em Inhotim

Onde ficar em Inhotim: Serra da Moeda e Casa Branca

Estive várias vezes na Serra da Moeda, mas nenhuma delas por causa de Inhotim. É que essa região – e também o lugarejo vizinho, Casa Branca – é repleta de condomínios fechados e pousadas, uma escolha tradicional de fim de semana para o belo-horizontino.

Ficando por ali você achará opções bem mais interessantes e com outros atrativos além do museu.

Não tem sentido ficar ali se o objetivo for apenas facilitar o deslocamento para Inhotim, já que de algumas pousadas o tempo de estrada para o parque é praticamente o mesmo que você gastaria a partir do centro de BH.

Por outro lado, pode valer a pena ficar por ali caso você pretenda seguir para Ouro Preto, Congonhas ou mesmo Tiradentes. 

Onde ficar em Inhotim: os preços

Deu para perceber pelo texto a média de preços das diárias de hotéis:

Os preços sobem durante grande eventos, como o Meca, e em feriados.

Vale a pena alugar um carro para conhecer Inhotim?

Para viagens com mais de duas pessoas, sim. Alugar o veículo pode ficar mais barato do que ir de ônibus ou aplicativo.

Também é melhor ir de carro caso você pretenda se hospedar em Brumadinho, já que em geral as pousadas estão a dois ou três quilômetros do Instituto.

Por fim, o carro ajuda a quem está fazendo um roteiro maior por Minas, permitindo que você siga de Inhotim para Ouro Preto, Congonhas e Tiradentes sem ter que voltar em BH.

Sobre isso, leia o texto “Como alugar um carro no Brasil pagando pouco“.

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Rafael Sette Câmara

Sou de Belo Horizonte e cursei Comunicação Social na UFMG. Jornalista, trabalhei em alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil, como TV Globo e Editora Abril. Sou cofundador do site 360meridianos e aqui escrevo sobre viagem e turismo desde 2011. Pelo 360, organizei o projeto Origens BR, uma expedição por sítios arqueológicos brasileiros e que virou uma série de reportagens, vídeos no YouTube e também no Travel Box Brazil, canal de TV por assinatura. Dentro do projeto Grandes Viajantes, editei obras raras de literatura de viagem, incluindo livros de Machado de Assis, Mário de Andrade e Júlia Lopes de Almeida. Na literatura, você me encontra nas coletâneas "Micros, Uai" e "Micros-Beagá", da Editora Pangeia; "Crônicas da Quarentena", do Clube de Autores; e "Encontros", livro de crônicas do 360meridianos. Em 2023, publiquei meu primeiro romance, a obra "Dos que vão morrer, aos mortos", da Editora Urutau. Além do 360, também sou cofundador do Onde Comer e Beber, focado em gastronomia, e do Movimento BH a Pé, projeto cultural que organiza caminhadas literárias e lúdicas por Belo Horizonte.

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